Nessa seção, farei a resenha de algumas de minhas últimas aquisições:
Iron Maiden – The Final Frontier (2010)
O melhor disco do Iron Maiden desde “Brave New World”. Tenho dito. Para alguns pode não significar muita coisa, mas já é um alento, mesmo sabendo lá no fundo que “clássicos”, nunca mais.O 15º álbum de estúdio da Donzela, mesmo com canções longas e pendendo para o lado progressivo do Maiden, é muito melhor que “Dance of Death” e infinitamente superior a “A Matter of Life and Death”.
O disco é aberto com a faixa “Satellite 15...The Final Frontier”, que combina uma intro marcada por uma bateria tribal e até então novidade para os padrões Maiden com a faixa título, que é muito boa e com seu refrão preparado pra todos cantarem nos shows.
“El Dorado” foi a faixa escolhida pela banda para apresentar o disco ao grande público, sendo liberada antes de seu lançamento oficial e traz aquele som de baixo que SOMENTE Steve Harris tem.
“Mother of Mercy” na minha opinião é a melhor música do CD e seu refrão é primoroso com um trabalho de guitarras magnífico.
“Coming Home” é a “balada” do álbum e poderia estar em algum disco solo de Bruce Dickinson.
“The Alchemist” é a faixa rápida que todo disco do Iron tem. A mais fraca do disco e me lembrou “The Mercenary” do “Brave New World”
“Isle of Avalon”, “Starblind” e “The Talisman” são destaques também com seus refrãos fantásticos, porém as introduções lentas continuam e se esse pequeno detalhe fosse limado, seria um álbum BEM melhor do que já é.
“The Man Who Would Be King” e “When the Wild Wind Blows” poderiam estar em “A Matter of Life and Death”, mas encerram o álbum com dignidade e espero que realmente não seja a fronteira final para a banda.

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